Como o TrackingFlow descobre de onde veio cada lead

Entenda os métodos de atribuição (click id, pixel, links, frases e texto do anúncio) e por que alguns contatos ficam sem origem.

Atualizado em 12/10/2026

Quando um lead chama no WhatsApp, o TrackingFlow tenta descobrir o caminho que ele percorreu antes. A origem fica gravada no contato e alimenta a Visão Geral, os relatórios e as telas de Meta Ads e Google Ads.

Os métodos, do mais preciso ao menos preciso

  • Identificador de clique do anúncio. O gclid do Google viaja na URL do site. Nos anúncios de mensagem da Meta, o WhatsApp às vezes entrega um identificador do anúncio. Quando ele existe, dá para saber até a campanha.
  • Pixel no site. O pixel lê os parâmetros UTM da visita e marca os botões de WhatsApp da página. Quando a pessoa envia a mensagem, a origem chega junto. Veja instalar o pixel.
  • Links rastreáveis. Você cria um link por canal (ex.: bio do Instagram). Quem clica e chama em seguida recebe a origem daquele link. Veja links rastreáveis.
  • Mensagens rastreáveis (frases). Uma frase cadastrada, quando aparece na conversa, define a origem. É a forma mais confiável de separar campanhas de mensagem da Meta. Veja mensagens rastreáveis.
  • Texto padrão do anúncio. Se a primeira mensagem for o texto que a Meta preenche automaticamente nos anúncios, o contato é marcado como Meta Ads, mas sem campanha identificada.

Por que alguns contatos ficam sem origem?

Quem salvou seu número e chamou direto, quem veio por indicação ou quem chegou de um anúncio sem nenhum dos sinais acima não deixa rastro. Esses contatos aparecem como WhatsApp (orgânico). Para reduzir esse grupo, use frases diferentes por campanha e instale o pixel no site.

A origem é definida na primeira interação. Uma frase cadastrada pelo usuário tem prioridade sobre a detecção automática do texto padrão do anúncio.

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